"Jomo Kenyatta não
pode ser lido apenas como o primeiro presidente do Quênia. Reduzi-lo a um cargo
institucional é repetir, ainda que sem perceber, a lógica colonial que
transforma processos profundos em datas, cargos e cerimônias. Kenyatta foi,
antes de tudo, um pensador formado dentro de um sistema opressor e que decidiu
enfrentá-lo usando as próprias ferramentas do poder colonial, sem jamais se
submeter a ele." Wanderson Dutch (Ler Mais)
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