""O país está pronto para a semana de cinco dias [de trabalho]. Seguramente é algo que deve se espalhar por toda a indústria. […] Já é hora de nos livrarmos da ideia de que é 'tempo perdido' o lazer dos trabalhadores, ou um privilégio de classe."
Essas palavras fizeram parte
de um discurso há cem anos, no 1º de maio de 1926. Não foram proferidas por um
operário, um líder sindical, um militante socialista ou um político
trabalhista."
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