"Durante a 61ª Sessão do Conselho de
Direitos Humanos das Nações Unidas, que teve início em 23 de fevereiro, na sede
das Nações Unidas em Genebra, a jurista e relatora da ONU, Nazila Ghanea,
diante da comunidade internacional, reforçou a ideia de um tema que permanece
invisibilizado nos debates globais sobre direitos humanos: a proteção das
religiões e sistemas de crença de matriz africana. Professora de Direito
Internacional dos Direitos Humanos na Universidade de Oxford, Ghanea é
considerada uma das principais vozes mundiais na área da liberdade de religião
ou crença." Kátia Mello (Geledés)
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