"Não convém aos reis beber vinho, nem aos governantes as bebidas alcoólicas. Eles bebem, se esquecem da Lei e pervertem o direito. ... Fale pelo mudo e defenda os desfavorecidos. Dê sentenças justas, defenda o pobre e o indigente." Provérbios 31, 4-5; 8-9. "Quando o povo é educado, as diferenças de classe desaparecem." Confúncio (551-479 a.C.), pensador e filósofo chinês.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
6 exemplos de como e por que tomamos decisões sem lógica
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Questionamento: racismo e economia?
Estava discutindo com um amigo e me veio a pergunta: se o filme Pantera Negra arrecadou U$ 1,3 bilhão - e não era um heroi de quadrinhos tão famoso - quanto arrecadaria o filme 007 se fosse protaginizado por Idris Elba? Seria o primeiro ator negro a fazer o personagem. E o cabra foi eleito o homem mais chamoso de 2020.
Eu assisti ao Pantera Negra (YIBMBE!!! ). O espaço no shoping estava em alvoroço. Foi uma festa, inclusive para o estúdo e os atores.
Muito bem, o Brasil tem uma população negra de 54% (https://jornal.usp.br/radio-usp/dados-do-ibge-mostram-que-54-da-populacao-brasileira-e-negra/). Um potencial mercadológico e consumidor imenso, mas que em sua maioria está excluído.
Por outro lado, estamos vendo uma matança da população negra jovem asssustadora. Consideremos o fenômeno do bônus demográfico. O Brasil está ficando velho, mas não ficou rico. Estamos perdendo o bom momento de preparar a população jovem para dar sustentação à economia no futuro. e pior, a maioria das mortes violentas, por acidentes é de jovens. Estamos desperdiçando o futuro.
Quem tocará projetos científicos e tecnológicos se a educação não habilita o estudante a desempenhar tarefas mais complexas? Estou exagerando? Peçam a um jovem que interpretem um texto e faça uma redação sobre ele.
Então, a questão do racismo, da exclusão ou qualquer outra forma de alijar "pessoas indesejáveis" e economicamente inviáveis dos círculos sociais e econômicos. Precisamos cada vez mais de união e inclusão. Não podemos prescindir de nenhum indivíduo que possa contribuir para o desenvolvimento do país. Enquanto brigamos entre nós, nossos inimigos estão aguardando o resultado para infligir um ataque devastador e o vencedor da briga não terá forças para se defender. Será o fim do Brasil como uma nação.
Tudo de bom.
Aláfia sempre e cada vez mais necessãria.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Mensagem para 2021
Reta final. Última semana de 2020. Expectativas para 2021 com esperanças de vacinas contra a COVID19 - vai pra bem longe. Vade retro.
2020 não foi de brincadeira. Foi um teste para todos e todas, em todos os lugares, de todas as idades. Testou a paciência, a resiliência, a vontade de vencer e a combatividade. Testou a fé, mesmo de quem não acredita em nada.
Que 2020 fique para trás, no seu devido lugar: na História. Que o ser humano aprenda alguma coisa com ele. Os cientistas das áreas de saúde, com certeza aprenderam muito. Muitas pessoas não aprenderam nada. Faz parte. Mas uma coisa é certa, aprendendo ou não a lição, todos tivemos nossa dose de ensinamentos.
Adeus 2020. Não vai deixar muitas saudades. Quanto a 2021, vamos abrir-lhe a porta com controle remoto, de longe, à distância. Nunca se sabe o que vem pela frente.
Como sempre, e não poderia ser diferente, desejamos que o 2021 seja um ano de paz, que o ser humano se conscientize de sua condição de hóspede e de gerente e que cuide bem da casa que lhe foi presenteada. É uma jóia no universo conhecido. E não temos ainda outro lugar para irmos.
Que haja mais amor e especiamente, mais respeito entre as pessoas, entre os povos.
Que 2021 deixe saudades quando for embora.
Que Deus abençoe a todos(as) nós e nos sorria sempre.
São os mais sinceros desejos desse humilde blogueiro.
Aláfia sempre e cada vez mais necessária.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
Mensagem de Natal
Prezados(as) Leitores(as).
Estamos chegando a mais um período natalino. Bem diferente dos outros, é verdade. Neste Natal o maior presente é poder sair livremente, sem medo de ficar doente, sem medo de violências diversas, sem medo de continuar empregado ou no desejo de conseguir um emprego.
Este Natal será aquele das pequenas reuniões, dos encontros virtuais e das mensagens via aplicativos. Mas este Natal será e não poderia ser diferente, aquele em que espero que o aniversariante seja mais lembrado. Vamos deixar mais de lado o Papai Noel, mesmo porque ele é do grupo de risco. Ele não é só velho, é centenário. Deixa ele quieto em casa.
Vamos cuidar mais das pessoas. Precisamos cuidar mais das pessoas. Deixemos de lado os sectarismos. Vivemos todos no mesmo planeta, mesmo que de formas diferentes. A classe de viagem pode ser diferente, mas o barco é o mesmo e se afundar vai ao fundo com todos os passageiros. Não há bote salva-vidas.
Então, mais do que nunca, neste Natal, rezemos ao aniversariante, Jesus Cristo, que venham dias melhores. E para os que não creem Nele, mentalizem coisas boas, rezem ao seu modo, peçam o bem e deixem o bem entrar nos corações.
Feliz Natal, de muita paz e saúde.
Tudo de bom.
Aláfia Sempre.
Covid-19: o que as farmacêuticas têm a ganhar na corrida bilionária por vacinas
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