segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Mundo enfrenta maior desigualdade desde a Segunda Guerra Mundial



"O aumento da desigualdade desde 1990 devolveu o mundo aos níveis da época da Segunda Guerra Mundial, segundo afirma um relatório apresentado nesta quarta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Segundo o relatório "Humanidade Dividida", publicado após dois anos de trabalho, a desigualdade cresceu 11% nos últimos 24 anos e mais de 75% da população nos países em desenvolvimento vive em sociedades onde a renda é distribuída de maneira mais desigual que em 1990 e se aproxima dos números de 1945."

Assistir a um programa burro deixa você mais burro

"Segundo um estudo, as pessoas são influenciadas de maneiras sutil, mas signifcativamente, por produtos de baixa qualidade.
Pense duas vezes antes de ligar a televisão no BBB." Kiko Nogueira.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Toquio versus Pequim África uma nova arena


"A luta sino-japonesa está sendo transferida para uma nova arena. Tendo se cansado de estabelecer a soberania das ilhas disputadas no mar da China Meridional, Pequim e Tóquio decidiram medir forças no continente africano. Igor Siletsky"
 Para ler o texto completo, clique aqui.

Dissuasão Extraterregional, assim é só Discurso



"Se a Nação crê que os conflitos sempre se resolverão pacificamente, para que Forças Armadas? Se a opção é mantê-las, então que sejam capazes de dissuadir ou combater quem realmente possa nos ameaçar.
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva"

Os caças suecos e a lógica de supermercado

"A solução dada ao problema da compra dos novos caças para a FAB deve ser observada num horizonte mais amplo. Cabe ao Comando da Força Aérea perceber que já há quem aponte, discretamente, que o governo gastará bilhões com a compra de equipamento militar enquanto populações civis sofrem e morrem em inundações e secas que se repetem."
Para acessar a integra, clique aqui.
 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Melhorando a Segurança das Informações

"Muitos artigos exploram a necessidade do uso de criptografia e das modernas tecnologias cada vez mais disponíveis para a proteção de informações sensíveis da área pública e do setor privado. Não sem razão, pois, como amplamente noticiado, as potências econômicas utilizam há décadas seus inesgotáveis recursos e modernos arsenais para obter informações privilegiadas e, assim, manter as coisas num rumo favorável - e previsível - conforme seus interesses nem sempre publicáveis.
O alerta que faço neste texto é para aqueles experts em T.I.C. (Tecnologias da Informação e Comunicação) que ainda insistem em ignorar o viés comportamental, confiando que os firewalls, as senhas fortes, os antivírus, a criptografia e outras medidas de segurança aplicáveis a softwaree hardware são suficientes para lhes garantir a posse e o uso de dados críticos cobiçados pelas forças oponentes (antagonistas)." Eugênio Moretzsohn

Para acessar a íntegra do texto, clique aqui.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Desindustrializado, Brasil vira exportador de "água virtual"

"As commodities agrícolas estão entre os principais itens de exportação do Brasil. A produção é tão elevada que se estima, atualmente, que a agricultura responde por mais de um quarto do PIB nacional.
Porém, há um novo elemento, de abundante quantidade no País, que vem sendo muito bem cotado no mercado internacional e a China, um dos maiores clientes de nossas riquezas, já desponta como um dos grandes mercados para este antigo, porém valioso produto.
Esse elemento é a água!"

BRICS: Mal na fita

"A mais recente edição da revista "Foreign Affairs" traz duas análises que se combinam: os países que merecem a atenção dos investidores e aqueles que são os "eternos emergentes" e acabam não realizando as profecias que se fazem sobre eles. Infelizmente o Brasil, que já foi uma das estrelas daquele time de vencedores, passou a essa última categoria."

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Guerra Subterceirizada por Recursos Minerais: Um estudo sobre o caso do Congo

"Posted by E.M.Pinto
Do Autor: Carlos Eduardo Mendes de Melo

As guerras convencionais com soldados, blindados, tanques, artilharia, helicópteros, caças, bombardeiros e informação militar tornaram-se anacrônicas e eleitoralmente caras demais para serem deflagradas e conduzidas. Para substituí-las, novas formas de criação de foco e difusão de conflitos foram criadas e outras foram amodernadas e adaptadas às tecnologias contemporâneas. É mais fácil, barato, e lucrativo armar criminosos no interior do Estado-Alvo do que criar pretextos para agredi-lo de forma convencional e depois pedir reparações financeiras – da qual ele será impossível pagar – que podem ser convertidas em direitos de exploração de seus recursos naturais e econômicos. Grupos criminosos armados, municiados, adestrados e bem informados juntos à populações desinformadas de imbecis úteis são mais baratos e menos trabalhosos do que os métodos convencionais conhecidos para alcançar o objetivo geoeconômico almejado – Carlos. "

O funesto império mundial das corporações

"Muitos como J. Stiglitz e P. Krugman esperavam que o legado da crise de 2008 seria um grande debate sobre que tipo de sociedade queremos. Erraram feio. A discussão não se deu. Ao contrário, a lógica que provocou a crise foi retomada com mais furor. Richard  Wilkinson, um dos maiores especialistas sobre o tema desigualdade  foi mais atento e disse, há tempos, numa entrevista ao jornal Die Zeit da Alemanha: ”a questão fundamental é esta: queremos ou não verdeiramente viver segundo o princípio que o mais forte se apropria de quase tudo e o mais fraco é deixado para trás?" 

Para ler a análise completa clique aqui.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Como revistas como Nature, Cell e Science são prejudiciais à ciência

"Artigo de Randy Schekman, ganhador do prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 2013, publicado pelo Jornal The Guardian, afirma que os incentivos oferecidos pelas principais revistas distorcem a ciência."

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal



Mais uma vez é Natal, é Ano Novo, é tudo de novo, repetido, mas sempre diferente, renovado, permanente, mas fugaz em nossos corações.
São só datas, festas que passam mas que representam esperanças. O natal é o anúncio de que Deus nos ama como um Pai e enviou seu Filho para mostrar que como Ele podemos também ser divinos. O Natal não é o Papai Noel, não é o presente, não é a ceia. É o nascimento em carne e osso e humanidade do Deus vivo entre nós, os mortais (mas mesmo assim imortais). O Natal é uma data que mostra que temos em nós o humano, mas também o divino.
O Ano novo é a chance, raríssima de podermos continuar e ao mesmo tempo de recomeçar com esperança redobrada. É uma data no calendário apenas, mas também a possibilidade de fazermos promessas a nós mesmos e cumpri-las. É o novo, sendo o mesmo.
Então, que o novo ano seja melhor do que todos os outros que já vivemos, que ele seja a chance de sermos melhores do que já fomos e termos mais alegrias e felicidades do que já tivemos.
Que o Natal seja pleno e permanente e 2014 e todos os outros anos que virão sejam cheios de paz, justiça e harmonias, que realizemos o que não conseguimos, os novos sonhos que sonharmos e necessidades que surgirem.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Novos caças para a FAB. Até que enfim

Para surpresa de todos o governo brasileiro anunciou no dia 18 de dezembro o futuro caça para a FAB, pondo fim a uma novela de mais de dez anos. A empresa vencedora foi a SAAB, com o Gripen NG(New Generation). Eu, na qualidade de leigo, confesso que minha preferência era pelo Sukhoi Su-35, pela sua autonomia, capacidade de carga e manobrabilidade. Mas eu sou leigo.
Os governos dos EUA (Boeing-F18 Super Hornet) e da França (Dassault-Rafale) devem estar decepcionados. Mas pelo que me lembro, os militares, que serão os usuários,sempre  preferiram o vencedor.
Como é um projeto ainda em desenvolvimento, é mais provável que haverá intercâmbio de conhecimentos e tecnologias do que com as outras empresas, cujos aviões já são consolidados no mercado. Esperamos que essa aquisição bilionária traga benefícios para a tecnologia nacional, frutificando em inovações e permitindo futuramente o desenvolvimento de novos produtos e a melhoria dos existentes. Outra expectativa é a elevação do Brasil a um novo patamar geopolítico e de expressão de poder.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

EMBRAER : UM CASO A SER IMITADO

"A Embraer anunciou na última quinta-feira ter completado a venda de 60 de seu jatos E 175 para a empresa American Airlines, no valor aproximado de US$ 2,5 bilhões. Além desta venda firme, segundo o jargão da indústria aeronáutica, a empresa americana assinou um contrato de opção de compra de mais 90 aeronaves do mesmo tipo. Se realizado, a venda total passará de US$ 6 bilhões.
...
Por isto vou trazer algumas reflexões sobre o sucesso da Embraer e o que ele representa para nós brasileiros, pois acho importante que no momento em que se discute novamente a questão da privatização ele seja revisitado com profundidade ."

Brasil decepciona em ranking de investimento em pesquisa

"País ocupa o 23º lugar entre 30 nações em estudo que aponta onde professor universitário recebe mais verbas privadas para pesquisa. Coreia do Sul lidera

Lecticia Maggi"


Comentário do blogueiro:
A baixa capacidade de as nossas universidades atraírem investimentos privados é um dos grandes entraves aos desenvolvimentos científico e tecnológico do Brasil. Precisamos rever e reverter esse modelo de incentivo a pesquisa calcado unicamente nas academias e distanciado dos formadores de problemas e questões a serem resolvidos.

Os centros acadêmicos, o empresariado e o governo precisam formar um triângulo sólido e coeso para a definição de modelos e prioridades e planejar o futuro da ciência e da tecnologia brasileiras. Sem isso, nos condenamos a sermos meros repetidores de experimentos e copiadores (maus) do que é desenvolvido fora de nossas fronteiras.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Brasil avança, mas segue nas piores posições em ranking de educação

"Apesar de ter conseguido uma evolução significativa nos itens avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), o Brasil ainda está nas posições mais baixas do ranking. Entre os 65 países comparados, o Brasil ficou em 58º lugar. No entanto, desde 2003, o Brasil conseguiu os maiores ganhos na performance em matemática, saindo dos 356 pontos naquele ano e chegando aos 391 pontos em 2012, segundo os dados divulgados hoje (3)."
Para ver a íntegra do texto, clique aqui.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nelson mandela morre aos 95 anos

Uma data triste para todos - pelo menos pra os que amam a justiça e a liberdade.
Morreu hoje, 05/12/2013, em Pretória, África do Sul, Nelson Mandela, Madiba, como era chamado.
Lutou o bom combate e  pelo bem de todos os oprimidos do seu país e por extensão, pelo exemplo, de todo o mundo. Morreu reconhecido, amado pelo seu povo e respeitado por todos os que um dia ouviram o seu nome.
Me lembro da festa, particularmente aqui em Salvador quando ele foi libertado e da sua visita na Praça Castro Alves. Dois momentos emocionantes de alegria pela existência de um homem.
Que sua alma descanse em paz e que Deus o receba com um sorriso largo e os braços abertos.
Aláfia sempre para ele.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Apenas 11 porcento dos alunos sabem Matemática ao fim do Ensino Médio, mostra anuário


O Anuário Brasileiro da Educação Básica-2012 mostra que o nível de aprendizagem entre estudantes brasileiros ainda é muito baixo, especialmente de matemática. Em 2009, apenas 11% dos alunos brasileiros mostram proficiência esperada na disciplina ao chegar ao 3º ano do ensino médio.

Preparação de equipes de alta performance sob estresse

Este texto é um breve relato de como é feita a preparação peicilógica dos integrantes de Forças Especiais através da mudança de comportamento e de como é alterado o funcionamento do cérebro por meio de simulações de situações de estresse.
Apesar de ser feito pelas Forças Armadas, esse treinamento pode ser estendido especialmente ao mundo empresarial, extremamente competitivo e que cada vez menos aceita erros de decisão.